"Não existem motivos para este golpe. Não existe razão para uma intervenção. Se necessário for, vou para a justiça, não para garantir minha presidência, mas para garantir o direito à democracia e à realização de um congresso estadual", afirmou a deputada.
Gilma defendeu o crescimento do partido na Paraíba em relação a outros estados do Nordeste. "A tese da intervenção de que o PPS vinha sofrendo problemas internos não se sustenta. Estamos crescendo mais que em outros estados", disse em discurso na Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira (4)
Para comprovar o crescimento, a deputada apresentou os números do partido. “O PPS tinha 6 vice-prefeitos e hoje tem 11. Tinha 34 vereadores e hoje já conta com 64. É a primeira vez em sua história na Paraíba que o PPS tem 27 diretórios formados”, revelou.
A falta de renovação das comissões para a formação dos diretórios, outra das alegações apresentadas por quem defende a intervenção do Diretório Nacional, foi rebatida pela deputada, que declarou que as comissões não foram formadas porque o partido estava aguardando o desfecho da fusão com o PMN.
"Como o MD não saiu do papel, passamos a organizar os diretórios e as comissões. Mesmo assim, em pouco tempo, conseguimos formar os 27 diretórios. O estado de Pernambuco tem apenas 15 diretórios. O Ceará só três", concluiu.