A jovem de 22 anos, que foi abusada sexualmente por um enfermeiro dentro da UTI de um hospital em Santos, no litoral de São Paulo, acordou da sedação há alguns dias e começou a se comunicar por mensagens no celular. Apesar disso, ela ainda não conseguiu falar sobre o assunto. Além da melhora significativa do estado de saúde da jovem, um exame mostrou que ela estava com pneumonia e não tuberculose, como se imaginava.
O estupro aconteceu na madrugada do dia 29 de junho deste ano, na UTI do hospital Guilherme Álvaro. Depois do crime, o estado de saúde dela, que está grávida, piorou. O tio da jovem, Luis Santos Menezes, continua acompanhando de perto o quadro de saúde da sobrinha.
Segundo Menezes, há cerca de 10 dias a jovem acordou da sedação. Nesta semana, os médicos começaram a tirar os aparelhos de respiração mecânica e aos poucos e ela começou a utilizar o celular para escrever mensagens para a família, já que está com a traqueostomia. "Ela pega o celular e consegue escrever. Nós ainda não tocamos no assunto (estupro) porque querermos que ela se recupere um pouco. Não queremos que ela se emocione e piore", disse ele.